Thursday, January 26, 2012

Novo site Espiral do Tempo

Um nova arquitetura, simplicidade de navegação e conteúdos exclusivos estão na base do novo espaço online da revista Espiral do Tempo. Os objetivos desta nova abordagem são claros: tornar-se um ponto de encontro de referência para os amantes da alta-relojoaria.
Visite-nos em
www.espiraldotempo.com.



A revista Espiral do Tempo embarca em 2012 numa nova aventura: a renovação completa do seu espaço online.

Uma arquitetura simplificada, moderna, diretamente inspirada na organização temática de revista, e uma aproximação ao utilizador estão na base do conceito do novo site, uma plataforma que pretende reforçar a posição da Espiral do Tempo enquanto publicação de referência no domínio da alta-relojoaria.

Por isso, este blogue vai deixar de ser atualizado.

Continue a seguir-nos em www.espiraldotempo.com

Wednesday, January 11, 2012

Correr contra Lewis Hamilton

A TAG Heuer, talvez a marca relojoeira suíça mais intimamente ligada ao desporto automóvel, está a lançar um novo projeto digital denominado ‘The Ultimate Lap’ (A Volta Mais Radical, numa tradução livre) e que tem a participação do ex-campeão mundial de Formula 1 Lewis Hamilton. Vai ser criada uma plataforma digital em que qualquer aficionado poderá conduzir o seu veículo e correr contra Lewis Hamilton!

Por Miguel Seabra

A TAG Heuer, talvez a marca relojoeira suíça mais intimamente ligada ao desporto automóvel, está a lançar um novo projeto digital denominado ‘The Ultimate Lap’ (A Volta Mais Radical, numa tradução livre) e que tem a participação do ex-campeão mundial de Formula 1 Lewis Hamilton. Vai ser criada uma plataforma digital em que qualquer aficionado poderá conduzir o seu veículo e correr contra Lewis Hamilton!



O projeto, que também envolve a escuderia McLaren-Mercedes (histórica parceira da marca) já está a ser veiculado através do site e da página facebook da TAG Heuer. Os participantes irão sentir virtualmente a tensão de uma corrida de Formula 1 numa experiência virtual de condução verdadeiramente inovadora que contará com imagens reais da pista… e o desafio suplementar de se correr contra um piloto de elite.

Novidade
Para a semana, a TAG Heuer irá desvelar mais um relógio mecânico conceptual destinado a quebrar novos recordes. Depois de o Mikrograph e o Mikrotimer esticarem os limites da relojoaria mecânica de um modo impensável graças a elevadíssimos índices de frequência, na segunda-feira às 19h30 locais de Genebra (18h30 em Portugal) será apresentado mais um prodígio da micromecânica…

Friday, January 6, 2012

Jaeger-LeCoultre: uma edição limitada de tributo a "Mad Men"

Um Grande Reverso Ultra-Thin em homenagem à premiada série da AMC. É esta a proposta da Jaeger-LeCoultre prevista para o próximo mês de fevereiro. Além do logótipo da Sterling Cooper Draper Pryce no fundo e no estojo, o novo relógio, em edição limitada, vem ainda acompanhado de alguns extras muito interessantes. Difícil resistir.



(© Jaeger-LeCoultre)

Em vésperas de mais uma edição dos Globos de Ouro (Golden Globe®) - a cerimónia de entrega dos prémios irá decorrer no dia 15 de janeiro - nada como anunciar uma edição limitada com um destino fácil de prever: sucesso certo.


(© Jaeger-LeCoultre)

O novo Reverso Ultra-Thin Tribute to Mad Men da Jaeger-LeCoultre presta homenagem à emblemática série que nos últimos anos não tem parado de arrecadar prémios: entre eles, quatro Emmys® e três Globos de Ouro .

O segredo, de acordo com muitas referências, está no modo como a série tem evoluído de forma consistente, explorando o crescimento das personagens que vivem numa época marcante da história dos Estados Unidos.


(© Jaeger-LeCoultre)

Neste sentido, o novo Reverso Ultra-Thin Tribute to Mad Men da Jaeger-LeCoultre surge com fundo personalizado com o logótipo da Sterling Cooper Draper Pryce, a agência publicitária que é retratada na série, e vem acomodado num estojo em nogueira decorado com o mesmo logótipo. Por outro lado, a Jaeger-LeCoultre oferece, ainda, simbolicamente, reproduções de alta qualidade de cartazes publicitários da marca, fotografias do relógio, uma cópia do livro Sterling’s Gold, de Roger Sterling, autografado pelo criador e produtor executivo da série Matthew Weiner, e uma carta personalizada de Roger Sterling.


(© Jaeger-LeCoultre)

Há muito que a Jaeger-LeCoultre tem estado envolvida com o mundo da Sétima Arte ou com personagens de referência, sendo patrocinadora oficial do encantador Festival de Veneza e apostando não só em embaixadores ligados ao cinema, como também fazendo questão de marcar presença em filmes carismáticos como palco de divulgação dos seus relógios. Uma das personagens que, recentemente, esteve diretamente associada ao modelo Reverso, foi precisamente Mr.Stark, o irreverente milionário de Iron Man. Mas, antes, já Bruce Wayne em Batman Begins revelava também no seu pulso um Reverso. Que outro modelo se poderia associar a duas personagens de prestígio com duas caras?


(© Jaeger-LeCoultre)

O Jaeger-LeCoultre Reverso Ultra-Thin Tribute to Mad Men está previsto para fevereiro de 2012 numa edição limitada a 25 exemplares.

Wednesday, January 4, 2012

O salto de Samoa

A nação insular do Oceano Pacífico foi a primeira a pisar 2012, quando antes era precisamente a última a mudar de ano. Como foi possível? Através da atualização do fuso horário e da eliminação do dia 30 de dezembro de 2011. Afinal, viajar no tempo é possível!


(Imagem retirada da Wikipedia)

O Governo das Ilhas de Samoa, liderado por Tuilaepa Sa'ilele Malielegaoi, decidiu mudar o seu fuso horário. Desta forma, as ilhas passaram para o lado oeste da Linha Internacional da Data, linha imaginária - também chamada de antimeridiano pois está em oposição ao meridiano zero - que estabelece a mudança de dias no atual sistema de fusos horários.

Esta controversa decisão fez com que os habitantes de Samoa vissem ser suprimido do seu calendário o dia 30 de dezembro de 2011, passando do dia 29 para o dia 31 de dezembro. Contas feitas, em vez de ter sido a última, como já era habitual, Samoa foi a primeira nação a dar as boas-vindas a 2012.

A entrada das Ilhas de Samoa no novo fuso horário foi, segundo o jornal online Samoa Observer, celebrada com orações, canções e fogo de artifício. No dia 29 à noite, Tuilaepa Sa'ilele Malielegaoi referiu: «Esta noite é uma ocasião importante e digna de nota que será registada e documentada na história de Samoa. Ela altera o típico número de dias e semanas observadas no mundo inteiro e em Samoa.»

Para o primeiro-ministro a mudança de fuso horário vai permitir aproximar as Ilhas de Samoa dos seus mais importantes parceiros comerciais, nomeadamente a Austrália e a Nova Zelândia.

No anterior sistema de fusos horários, Samoa encontrava-se 21 horas atrás da Austrália e 23 horas atrás da Nova Zelândia, o que na prática fazia com que existissem apenas quatro dias úteis comuns numa semana. Com a mudança decretada, a nação passa a acordar três horas antes dos seus parceiros australianos e uma antes dos neozelandeses, passando a ter mais dias possíveis de negociação, segundo o governante.

Talvez seja mais uma dor de cabeça para os relojoeiros que embarcam na aventura dos relógios worldtime - tal como recentemente aconteceu com a Vacheron Constantin. Depois de o presidente da Rússia ter decidido não regressar à hora de inverno, a marca viu-se obrigada a desenhar um novo mostrador para o seu Patrimony Traditionnelle World Time, um relógio mecânico que indica 37 zonas horárias.

Descubra na mais recente edição da Espiral do Tempo uma reportagem sobre o sistema de Fusos Horários

Tuesday, January 3, 2012

Seleção 2011: os relógios que marcaram o ano

A relojoaria mecânica de prestígio continua a florescer e tem sofrido um ímpeto adicional com a crescente voracidade do mercado chinês. Num ano de tendências mais clássicas, muitas reinterpretações de modelos do passado e também vertiginosas inovações técnicas, eis a seleção da Espiral do Tempo.

O ano relojoeiro de 2011, à imagem da economia mundial, esteve muito virado para o Oriente. Não há dúvida de que a China é encarada como o novo El Dorado para as marcas de luxo (e não só); no que diz respeito à relojoaria tradicional, o novo mercado chinês ainda anda à procura de enriquecer o seu conhecimento e de descobrir novas fronteiras, pelo que primariamente tem solicitado um tipo de produto mais clássico e de complicações simples em formatos médios. Ou seja: para além da reação natural dos vários mercados maduros (sobretudo o europeu e o americano) aos anos de excesso dominados pelos ‘ovnis relojoeiros’ e à loucura do ‘bling bling’ sobredimensionado, os tempos apertados da recessão conduziram a um maior recato e, ao mesmo tempo, o peso do mercado chinês reforçou essa tendência – pelo que se verificou um evidente regresso ao classicismo. Modelos clássicos (inspirados nas décadas do Art Déco nos anos 20 e 30, ou nos anos 50 e 60), com mostradores em guilloché, não muito grandes, com pequenas complicações interessantes e simples de deslindar… sem esquecer as inúmeras reedições históricas e reinterpretações de modelos do passado que marcam decisivamente uma das mais relevantes tendências atuais. E o interessante é que as mulheres chinesas também parecem interessar-se pela relojoaria mecânica, pelo que houve igualmente muitos modelos criados para satisfazer esse apetite e, claro, o da mais sofisticada clientela feminina graças a interessantes complicações relojoeiras ditas poéticas...

A tendência mais conservadora e a ‘Síndrome da China’ verificaram-se sobretudo nas coleções das marcas mais ‘mainstream’ apresentadas no Salon International de la Haute Horlogerie (SIHH) em Genebra (janeiro) e em Baselworld (março). Mas, paralelamente a esses dois grandes palcos que constituem os maiores certames da indústria relojoaria mundial, houve também muitos expositores independentes que tentaram marcar a diferença pela inovação e irreverência (alguns deles reunidos no Geneva Time Exhibition, paralelamente ao SIHH) através de produtos conceptuais, prodígios técnicos e complicações surpreendentes. Também houve várias novidades absolutas na área da micromecânica, como não podia deixar de ser.

É impossível mencionar todos os relógios de que gostámos e que mereciam ser referidos – por isso, aqui está uma seleção da nossa seleção com preferências em diversas áreas.

Relógio do Ano

Um escalão subjetivo que tem a ver mais com empatia do que com mérito técnico e estético ou com o próprio peso da marca – tem a ver sobretudo com o fator emocional. A Patek Philippe é uma marca de reputação lendária e apresentou um trio sensacional em 2011 com preços a condizer: o mais bonito e barato (125 mil euros…) do triunvirato caiu-nos no goto e é aquele que é, para nós, o relógio do ano.


(Patek Philippe Ref.5270)

Trata-se do Ref. 5270G, um calendário perpétuo com cronógrafo numa caixa em ouro branco com 41 milímetros de diâmetro de grande classicismo salientado pelas asas em forma de gota. Um relógio para a vida! Destaque especial também para o Zeitwerk Striking Time, da A. Lange & Söhne, e para o Portuguesa Sidérale Scafusia, da IWC.

Conceptuais


A TAG Heuer conseguiu em Baselworld a mais concorrida conferência de imprensa relojoeira de sempre, não só pelos participantes in loco mas também porque foi transmitida pela página oficial da marca no Facebook: foi desvelado o Mikrotimer Flying 1000, prodígio cronográfico capaz de medir tempos até ao milésimo de segundo… depois de em janeiro a própria TAG Heuer já ter estabelecido um novo recorde de contagem mecânica com o Mikrograph (centésimo de segundo).

(TAG Heuer Mikrotimer Flying 1000)

Ou seja, passou-se da Lua a Marte no espaço de dois meses! Restava saber quando seria a ‘aterrissagem’ e o mais surpreendente é que ambos os modelos não se fizeram esperar: o Mikrograph já está a ser comercializado há um tempo, enquanto o Mikrotimer ainda se manteve como concept watch durante alguns meses. No entanto, quando arrematou o Grand Prix d’Horlogerie de Genève na categoria de relógio desportivo já estava em fase de produção numa edição limitada a 60 exemplares.

Reedições

Entre as incontáveis reedições, reinterpretações e modelos de homenagem lançados no mercado houve alguns relógios que se destacaram pelo bom gosto e respeito pela herança histórica – como o Grande Reverso Ultra-Thin Tribute to 1931 e o Tribute to Deepsea, da Jaeger-LeCoultre.

O Panerai Bronze Luminor Submersible é também um excelente exemplo de um modelo de inspiração vintage que aproveita o ADN da marca para apresentar um relógio que até ganha patina com os anos – a caixa em bronze fica mais ‘madura’ à medida que o tempo passa…


(Panerai Bronze Luminor Submersible)




Atualizações



(Rolex Explorer II)

Não são propriamente reinterpretações ou modelos de homenagem – são mais atualizações de modelos icónicos, e nessa perspetiva sobressaem em 2011 o Explorer II da Rolex, que estreou um novo tamanho na coleção da famosa marca (42 milímetros), e o incontornável Royal Oak Offshore, da Audemars Piguet, ligeiramente maior e com uma nova arquitetura para os botões do cronógrafo.

(Jaeger-LeCoultre Master Geographic)

O Master Geographic da Jaeger-LeCoultre também surgiu muito bem conseguido num tamanho mais elegante (apenas 39 milímetros) e até o Speedmaster da Omega apareceu renovado com uma caixa maior, somente dois contadores no mostrador e mecanismo dotado do sistema co-axial.


Personalizações

Numa edição especialmente concebida para o mercado português (mas não só) que celebrou a associação de André Villas-Boas à Franck Muller enquanto embaixador da marca, o cronógrafo dedicado ao técnico portuense – que no seu primeiro ano no Futebol Clube do Porto arrecadou quatro títulos! – surgiu com uma estilização cromática muito bem conseguida.

(Franck Muller Cronógrafo André Villas-Boas)

Viajantes

O modelo mais mediático de todos os worldtimers apresentados em 2011 foi seguramente o Patrimony Traditionelle World Time da Vacheron Constantin, dotado de 37 fusos horários – incluindo aqueles de meia hora e quartos de hora.

(Breguet Classique Hora Mundi)

O mestre François-Paul Journe também se aventurou nos múltiplos fusos horários com a criação do modelo UTC e o Breguet Classique Hora Mundi também faz parte dos grandes protagonistas do ano na especialidade.

(François-Paul Journe UTC)


Preço/Qualidade


A relação preço/qualidade é sempre muito subjetiva e a sua otimização pode ser encontrada em todos os escalões, mas em época de recessão falamos mesmo de relógios mecânicos com classe e comercializados a um preço acessível.



(Raymond Weil Maestro Moophase)

Nesse aspeto, a Raymond Weil destacou-se e o Maestro Moonphase é um exemplo particularmente feliz. A Marvin também apresentou interessantes modelos mecânicos de estilo contemporâneo (os M120, desenhados por Jean-François Ruchonnet) abaixo dos 900 euros. Já os novos DV One da Versace destacam-se pelas novas cores, mas também recriação das suas linhas, numa muito apelativa utilização da cerâmica num design carismático e desportivo.

Desportivos

Os cronógrafos continuam sempre muito populares e houve muitos novos modelos desvelados em 2011; a sua função cronográfica é, por inerência, desportiva e não admira que os cronógrafos tenham dominado a secção de relógios desportivos do ano juntamente com alguns modelos de mergulho. Ainda antes de celebrar os 40 anos do Royal Oak e os 20 anos do Royal Oak Offshore em 2012, a Audemars Piguet apresentou um fabuloso cronógrafo turbilhão com rotor periférico a par da renovada linha Royal Oak Offshore.

(Linde Werdelin SpidoSpeed)

Nas marcas independentes de nicho há a destacar o SpidoSpeed da Linde Werdelin, um cronógrafo mecânico de estilo contemporâneo cuja caixa esqueletizada pode receber um módulo computorizado para mergulho ou para a montanha. O Mikrotimer e o Mikrograph da TAG Heuer também devem ser mencionados na linha dos cronógrafos desportivos de alta frequência, juntamente com o Breguet Type XX e o Zenith Striking 10th. Quanto à Porsche Design distinguiu-se com as novas versões Dashboard.

(Porsche Design P'6620 Dasboard)

Independentes


O DB 28 da De Bethune merece forte menção, até porque ganhou o principal prémio (Ponteiro de Ouro) nos Óscares da relojoaria – o Grand Prix d’Horlogerie de Genève. Trata-se de um relógio com uma interpretação vanguardista da arte relojoeira com todos os códigos identificativos ao estilo Belle Époque da marca, incluindo lua esférica e caixa em titânio com asas flutuantes.

(MB&F Legacy Machine - LM1)

Laurent Ferrier
, antigo mestre relojoeiro da Patek Philippe, tem assumido protagonismo e o Galet Micro-Rotor Entre Ponts é admirável de classicismo – mas a grande surpresa da segunda metade do ano entre as marcas independentes foi dada por Max Büsser, que lançou o seu primeiro Legacy Machine (LM1) num evidente contraste clássico com a folia experimental pós-moderna dos seus Horological Machine (HM).

Design

O notável HL 2.0 da Hautlence já tinha sido parcialmente desvelado em 2010, mas a sua apresentação foi concretizada em 2011 e merece claramente destaque pelo seu design não só da caixa como também do mecanismo; a arquitetura é relevada pela utilização assimétrica do vidro de safira nas partes laterais para permitir um melhor visionamento do calibre.

(Hautlence HL 2.0)

Já o UR 1001 aplica todo o design conceptual da Urwerk a um fascinante instrumento do tempo de bolso. Numa vertente mais clássica, o Richard Lange Tourbillon Pour le Mérite da A.Lange & Söhne com mostrador deslizante também se incluiu no lote dos modelos mais destacados do ano.

(A.Lange & Söhne Richard Lange Tourbillon Pour le Mérite)

Poéticos e femininos


O Arceau Temps Suspendu, da Hermès, incidiu sobre a relatividade do tempo e propôs mesmo a sua ‘suspensão’ graças a um deslizar no mostrador – uma complicação do género ‘poético’ que se tem visto muito nos últimos tempos no catálogo da Van Cleef & Arpels. A Cartier também continua muito forte no departamento dos relógios-jóia (e até complicados). E a criadora independente Eva Leube foi mui to elogiada pelo seu feminino Ari.

(Jaeger-LeCoultre Reverso Lady Ultra Thin)

Elegante e de linhas muito femininas também o Reverso Lady Ultra Thin da Jaeger-LeCoultre, que tem em Diane Kruger uma madrinha incondicional, surgiu como um nova versão do icónico modelo reversível muito apelativa e que acaba por ser sempre uma abordagem original no regresso dos relógios para senhora mais clássicos e discretos.


Infotenimento

O Blackjack, de Christophe Claret, é um autêntico casino de pulso – incluindo Black Jack, Roleta e Dados nas suas funções lúdicas. O mestre-criador está a dirigir a sua manufactura de mecanismos de excepção para uma produção própria que lhe exalta o nome, para além de fornecer algumas das mais famosas casas relojoeiras do mundo.

Quartzo


(Jorg Hysek Slide)

Um intrometido de quartzo num elenco mecânico de luxo: o notável Slide, de Jorg Hysek, que aplica os princípios táteis do iPhone num produto vanguardista que esteticamente é bem conseguido e que despertou a cobiça até do mais empedernido admirador da relojoaria tradicional mecânica.

Friday, December 23, 2011

Festival de pilotos em Paris-Bercy

A TAG Heuer esteve presente no renovar de um evento que se tornou lendário no Palácio dos Desportos de Paris-Bercy: um festival de karting que reuniu pilotos consagrados da Formula 1, dos Ralis e da Endurance – incluindo Filipe Albuquerque.

Por Miguel Seabra


Inaugurado na década de 80 e situado na zona leste da capital francesa, o Palais Omnisport de Paris-Bercy é um dos santuários parisienses do espectáculo – acolhendo grandes manifestações desportivas e concertos musicais. E um evento que contribuiu para a celebrização do POPB foi um evento de karting que se realizou no início dos anos 90 com muitos dos melhores pilotos mundiais de diversas disciplinas, proporcionando ao público um festival motorizado de grande extravagância e mediatismo.


A TAG Heuer já tinha estado presente no início da década de 90 quando patrocinava Ayrton Senna e voltou este ano para assumir o estatuto de official timekeeper numa reunião de 20 pilotos profissionais de nomeada vindos da Formula 1, do Campeonato Mundial de Ralis e das provas de Endurance – entre os quais o oito vezes campeão mundial de ralis Sébastien Loeb, o tetra-campeão de Champcar Sébastien Bourdais e dois embaixadores TAG Heuer muito especiais: o campeão do Rali de Portugal Sébastien Ogier e o português Filipe Albuquerque (curiosamente, Ogier tinha sucedido a Albuquerque como vencedor da Race of Champions dias antes!).


Num elenco muito francófono, o vencedor acabou por ser francês – Jean-Éric Vergne, piloto reserva da equipa Red Bull de Formula 1, graças a um segundo lugar no sábado (atrás de Jules Bianchi, piloto de testes da Ferrari) e ao triunfo na corrida de domingo. A categoria júnior foi ganha pelo monegasco Charles Leclerc, que recebeu um TAG Heuer Formula 1 Chronograph enquanto o vencedor principal foi presenteado com um TAG Heuer Grand Carrera Calibre 17 RS2.


A competição teve a particularidade de utilizar karts elétricos e a TAG Heuer proporcionou uma cronometragem até ao 1/10.000 de segundo e photo-finish através de uma câmara Lynx, precisão necessária tendo em conta que a pista de 550 metros era corrida pelos pilotos em menos de 32 segundos por volta.

O Jaeger-LeCoultre de Pablo Picasso

Um retrato original de Pablo Picasso com um Jaeger-LeCoultre no pulso, da autoria do célebre fotógrafo Yousuf Karsh. Foi esta relíquia que a casa Christie's levou a leilão no passado dia 19 de dezembro, em Nova Iorque.

A Christie's levou a leilão, no passado dia 19 de dezembro, no Rockefeller Plaza, em Nova Iorque, diversas fotografias da autoria de reconhecidos fotógrafos.

Entre os lotes, destaque para um retrato original de Pablo Picasso tirado por Yousuf Karsh (1908-2002) e datado de 1954. Na fotografia, podemos ver, para nossa surpresa, o pintor espanhol com um belo relógio no pulso. Mais precisamente um Jaeger-LeCoultre Triple Date Moonphase dos finais dos anos 40, de acordo com o blogue Hodinkee.

A fotografia foi arrematada por $6875.


Saiba mais sobre este achado no blogue Hodinkee

Saiba mais sobre o leilão no site oficial da Christie's